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Igreja da Glória celebra Corpus Christi

Nesta quinta-feira, dia 22, a Igreja celebra a Festa de Corpus Christi, a presença do corpo de sangue de Cristo na Eucaristia. Na Igreja da Glória, as missas acontecerão nos horários de 7h, 8h30, 10h e 19h.

Com o tema “Eu sou o pão da vida”, a Arquidiocese de Juiz de Fora também quer levar milhares de fiéis de toda a cidade para a Avenida Rio Branco na quinta-feira. A missa acontece às 15h, na Igreja Bom Pastor. Logo depois, os fiéis saem em procissão para a Catedral Metropolitana.

“Essa procissão praticamente envolve toda a cidade. Os fiéis participam com ardor e amor no coração, tanto na missa, quanto na procissão. Geralmente reunimos cerca de 10 mil pessoas”, comenta um dos organizadores, Pe. Luiz Eduardo de Ávila.

Durante a caminhada os fiéis param cinco vezes para reflexão: a primeira bênção acontece na saída, na própria igreja do Bairro Bom Pastor, a segunda no cruzamento das avenidas Barão do Rio Branco e Doutor José Procópio Teixeira, a terceira parada em frente a Santa Casa de Misericórdia, a penúltima na Avenida Rio Branco (altura do número 2590) e a última na Catedral Metropolitana.

“Para nós católicos lembrar Corpus Christi é celebrar Jesus presente como alimento espiritual que nos anima na caminhada. É também celebrar a força para a vida e para a nossa fé”, conclui o Pe. Luiz Eduardo.

'Eis o mistério da fé'

A festa de Corpus Christi acontece numa quinta-feira, em alusão à Quinta-feira Santa, quando se deu a instituição da Eucaristia durante a última ceia de Jesus com seus apóstolos. Através deste sacramento, Jesus nos mostra que está presente ao nosso lado, e se faz alimento para nos dar força para continuar. 

  A celebração teve origem em 1243, em Liège, na Bélgica, no século XIII, quando a freira Juliana de Cornion teria tido visões de Cristo demonstrando-lhe desejo de que o mistério da Eucaristia fosse celebrado com destaque. Em 1264, o papa Urbano IV através da Bula Papal "Transiturus de hoc mundo", estendeu a festa para toda a Igreja, pedindo a Santo Tomás de Aquino que preparasse as leituras e textos litúrgicos que, até hoje, são usados durante a celebração.




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