Nesta quinta-feira, dia 16, celebramos São Geraldo, o santo irmão redentorista, que seguiu o exemplo de Maria, na humildade e no serviço ao próximo. Na Igreja da Glória, a Festa de São Geraldo será marcada por missas às 7h, 15h e 19h, com a distribuição dos tradicionais pãezinhos de São Geraldo.
Também como já se tornou tradição, a festa de São Geraldo coincide com o lançamento do Almanaque de São Geraldo 2009, que traz artigos sobre a espiritualidade redentorista, informações sobre as comunidades que integram a Província MG-RJ-ES, curiosidades e brincadeiras para as crianças.
Em 2009, em sintonia com o Ano Paulino, a publicação traz uma série de reflexões a partir de textos do apóstolo Paulo. Com certeza, uma publicação que será útil para toda a família e que pode ser adquirida após as missas ao longo do tríduo e no dia da festa de São Geraldo e também na Secretaria Paroquial, pelo preço de R$ 6,00.
DEVOTO DE MARIA
Geraldo sempre nutriu terno e filial amor à Santíssima Virgem. Como Mãe de Jesus, Maria despertou nele admiração, encanto e veneração; como Dispenseira de todas as graças, atraiu a si com irresistível violência aquele coração sedento de perfeição.
Certa vez, visitando com sua mãe a igreja, apontou a imagem de Maria com o Menino dizendo: “Minha mãe, eis a nobre senhora que mais vezes me deu o pão, e a Criança com a qual brinquei”, como retrata o vitral na Igreja da Glória.
Não se podia conservar afastado das imagens da Santíssima Virgem. Quando interrogado pela causa desse amor tão intenso, não sabia responder outra coisa senão: “a Madona arrebatou-me o coração e eu lho dei inteiramente”. Já na idade de 12 anos Geraldo consagrara-se à Santíssima Virgem e é provável que já então fizera o voto de virgindade perpétua. Ao menos quando pessoas mundanas lhe perguntavam, indiscretamente, se ele não queria se casar, costumava responder: “Uma senhora de formosura encantadora será a minha esposa”.
Como digno filho de Santo Afonso, festejava os sábados e as novenas em honra de Maria com orações especiais e penitências de toda sorte; passava regularmente na igreja, em oração, a noite que precedia às grandes festividades da divina Mãe.
Três privilégios de Nossa Senhora deliciavam o seu coração, de modo especial, e constituíam o objeto de suas contemplações profundas: a maternidade divina, o seu título de Rainha dos Mártires e sua Conceição Imaculada. Este último mistério não fora ainda, naquele tempo, solenemente definido como dogma de fé, mas Geraldo era um defensor ferrenho desse privilégio singular de Maria.
Para o santo irmão, nunca faltava ensejo de proferir uma palavra sobre a devoção a Maria ou de recomendar algum sacrifício em sua honra. Tinha sempre consigo terços e escapulários e distribuía-os para assim despertar ou aumentar a devoção à Mãe de Deus.